A Última Pepita

Lucas Figueiredo

«UM GRANDE LIVRO. RECOMENDO!»Laurentino Gomes, autor de 1808 e 1822 17.5€ Comprar *Será redirecionado para a loja online da Editorial Presença

Autor

Lucas Figueiredo

Lucas Figueiredo nasceu em Belo Horizonte em 1968. Figura entre os 30 jornalistas brasileiros mais premiados da história. Recebeu os prémios Esso...

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DETALHES

ISBN: 9789898470317
Nº PÁGINAS: 280
FORMATO: 15 x 23 cm

SINOPSE

UMA FASCINANTE RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA DE UM DOS PERÍODOS MAIS FANTÁSTICOS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL!

 

«Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D. Luís deveria vistoriar as jóias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas.

Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão.» Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena – insólita mas absolutamente verdadeira – que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica.

 

OS ANOS LOUCOS DA CORRIDA AO OURO NO BRASIL

Com uma narrativa atrativa e em ritmo de aventura do início ao fim, A Última Pepita conta a história dos portugueses que, movidos pela febre do ouro e seduzidos por promessas de enriquecimento, transformaram por completo a vida na colónia, cultivaram as terras, protegeram as fronteiras e forjaram o nascimento de um país.


«A cobiça que forjou um país, sustentou Portugal e inflamou o mundo»